quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

My Happy New Year!






Em 2011, como disse, não vou me prometer nada. Mas vou mudar tudo. Já moro no Rio de Janeiro e antes era por causa de alguém, hoje queiram ou não, estou aqui por mim e só volto para BH qdo EU achar que devo. Sempre fiz as coisas a meu modo e não sou de pensar pelos outros. Perdi minha individualidade, e já estou recuperando. Penúltimo dia do ano: Não desejo nada de mal a ninguém, nem me importo se me desejam. O que vai, volta. Quero, e já, errar novos erros, acertar  sempre que houver dúvidas. Quero amar de novo. E todo mundo. E quero que me amem sem abrir mão de sua vida. Quero sorrisos sinceros, abraços aconchegantes, ombro amigo.  Quero  comer mais e beber menos. Quero beber e chorar por estar abençoadamente feliz. Quero acordar ouvindo coisas boas, se for ruim quero saber como resolver. Quero calma. Quero paz. Quero tranqüilidade.  Quero voltar a acreditar nas pessoas e que elas acreditem também em si mesmas. Quero ser leal e fiel a alguém. Quero amores mal resolvidos apenas em filmes. Quero viajar.Quero afastar quem não gosta de mim. Quero longe quem não me quer por perto. Quero meus amigos de volta. Quero bolhas de sabão. Quero algodão-doce. Quero que se sintam à vontade ao meu lado. Quero menos sono e mais praia. Quero fazer as pessoas felizes como antigamente. Quero me virar sozinha. Quero alguém sempre por perto. Quero um vaso de girassol na minha varanda. Quero aprender a cozinhar. Quero andar mais de bicicleta. Quero aprender a tocar guitarra. Quero decorar a vida de quem me rodeia. Quero estudar mais e estressar menos. Contar até 10 quando necessário e não mais até um milhão. Paciência, calma e serenidade.  Quero ser feliz por mim mesma, sem antes precisar de alguém. E isso não são promessas! Meu 2011 VAI começar assim! Acredite. Ou não. Que Deus continue a me dar a mesma força e coragem que tem me dado! Feliz Ano Novo diretamente de Marte!

domingo, 19 de dezembro de 2010

Shiiiiiiii



Escrevo para ter com quem falar. Mais mesmo para não conversar sozinha. Assim, me sinto melhor, mais calma, mais querida. É como se fosse o ombro daquele seu melhor amigo, que não pode estar por perto. Se Bruno e Daniel soubessem o quanto me fazem falta... 
Passo meus dias inteiros sem ter com quem conversar.  Um sentimento tão intenso está morando dentro de mim e não sei como expulsá-lo. Ando frágil, sensível e inibida. Calada, quieta e distante. Meu lugar não é aqui mas voltar também não é a solução mais cabível.
Cansei de ler frases onde pessoas falam que estão rodeadas de várias outras mas sentem falta apenas de uma. Eu não. Tenho uma e sinto falta de todas as outras. Elas me completam, me envolvem, são minha história.
Pensei em criar um amigo imaginário. Que tal? Não. Não consigo. Não sei chegar na praia, sozinha aqui, não dá!
É domingo e daqui da minha nova casa escuto crianças brincando, músicas boas tocando (Led Zeppelin, neste exato momento!), familias verdadeiramente sendo famílias. Uma coisa tão linda que eu abri mão. A troco de que? Por que? Não quero saber, não quero pensar. Não quero me arrepender.
Certa vez, conheci uma pessoa que me disse para eu nunca permitir me acostumar a ficar só. Levei muito isso ao pé da letra. Vivi intensamente rodeada de amigos. Fazendo história na vida deles.. me diverti horrores!

E quer saber? No final, bem na hora que o filme acabar, vou perceber que pra eles, nunca ficarei sozinha. E então, eu voltarei. Que sim, sou importante, sou amada e sou querida. E nunca mais ficarei tanto tempo sem falar com alguém.

Moon of the Day